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Belo Jardim – recordação de um passado presente

José Araújo Franklin Lança Livro “Belo Jardim – recordação de um passado presente”

Lembrando Belo Jardim – Finalmente o livro do autor BeloJardinense José Araújo Franklin, o Zequinha: “Belo Jardim – recordação de um passado presente”, chegou nas minhas mãos aqui nos US.

livro do José Araújo Franklin, o Zequinha: “Belo Jardim – recordação de um passado presente” (Fonte: Jose Araújo Franklin)

Livro do Autor BeloJardinense José Araújo Franklin, o Zequinha: “Belo Jardim – recordação de um passado presente” (Fonte: J.Franklin)

O livro do José Araújo Franklin, o Zequinha: “Belo Jardim – recordação de um passado presente” foi lançado no dia 15/05/2015 ás 20 horas, na residência de Josélia – Calçadão nº 113 em Belo Jardim. Sucesso absoluta como disse a Conceição Augusta.

Como não pude participar deste grande evento pessoalmente, telefonei para o Zequinha e Nélson daqui dos States durante o evento e parabenizei o amigo e autor. Agradeço ao Eng. José André, luminoso aluno e amigo, de ser o mensageiro do envio da distinta obra.

Jose Araújo Franklin - Zeca - no_Lançamento do seu Livro (Fonte: Nelson Franklin)

Autor Jose Araújo Franklin – Zeca – no_Lançamento do seu Livro abraçando D. Mazé e Filha Conceição Lima (Fonte: Nelson Franklin)

abraçando D. Mazé ao lado da Filha Conceição Lima

Eita que mergulho no passado presente. Assim que recebi o livro li tudo e rápido. São realmente recordações de um passado presente que trouxeram a minha mente tantas coisas da infância.

Fiquei imaginando com meus botões como seria bom se cada amigo e amiga do Zeca escrevesse também um pouco das recordações pessoais de cada um e publicássemos aqui no Blog.

Lembrando Belo Jardim - Turma de 1967 do Ginásio Professor Donino (Fonte: ADSilva)

Lembrando Belo Jardim – Turma de 1967 do Ginásio Professor Donino (Fonte: ADSilva)

Por que não iniciar agora mesmo? Como diz uma música gospel daqui: “se não agora, quando? Se não eu, quem? Nem pensei duas vezes. O exemplo do Zequinha me encheio de inspiração, parei tudo no office, projetos, pesquisas, análises de dados, matei o cellphone a comecei a digitar tudo que vinha a mente direto e rápido como cantiga de grilho.

Mesmo sabendo que corro o risco de resvalar no português e omitir muitos nomes, pelo quais já peço desculpas antecipadas, vamos ver o que a memória traz de volta nestas linhas saídas diretas do coração.

São algumas das memórias e recordações pessoais que ficaram para sempre dentro de mim. Faz um bem imenso para as nossas mentes, almas e espíritos colocá-las para fora e compartilhar com todos vocês, como tão bem o amigo Zequinha fez no seu livro.

Resultado, estou aqui agora viajando no tempo pela mágica de tudo que o brilhante Zequinha escreveu. Vieram a minha mente tantas coisas destes tempos. Acochem os cintos e vamos viajar…

D. Clotildes e Um Parto No Meio do Mato

Vem como um flache de luz em minha mente um fato que minha mãe, D. Clotildes Moura Silva, me fez presenciar. Destes que ficam marcados para sempre. Minha mãe, e acho que Zezé (Maria José Matias filha de tia Luizinha) e eu estávamos retornando da Fazenda dos Britos (acho que esta terra pertence atualmente a família da Moura) no sítio Taboquinhas ou Mulungu.

Ao passar em frente de uma casa ouvimos a voz de uma mulher com a voz desgastada gritando desesperadamente que Deus a socorresse. Minha impressão foi que a pessoa dentro da casa ouviu a ruido da gente passando na frente e pediu ajuda.

Minha mãe parou, bateu na casa e perguntou o que estava acontecendo. O marido disse que a senhora estava em trabalho de parto há três dias e sem solução e parecia que era o fim da mãe e filho(a). Naquele tempo era muito comum a morte de parto por falta de hospitais e maternidades.

Lembrando Belo Jardim - Turma de 1967 do Ginásio Professor Donino - Prova Final (Fonte: ADSilva)

Lembrando Belo Jardim – Turma de 1967 do Ginásio Professor Donino – Prova Final (Fonte: ADSilva)

Minha mão não teve dúvida. Pediu para ficarmos de fora, mandou providenciar bastante toalhas molhadas com água quente, tesouras lavadas em água fervendo e desapareceu quarto a dentro.

Não sabíamos o que realmente estava acontecendo. Mas pouco tempo depois ouvimos o choro de uma criança. Meu Deus, minha mãe tinha feito um parto ali na hora no meu do mato. Nunca esqueci da cena da criança chorando nos braços da mãe e minha mãe exausta, mas com um sorriso de ponta a ponta

Lembro bem, que a partir daí era difícil um mês que a mulher, marido e a criança não chegavam lá em casa, mesmo minha mãe insistindo para não receber, com uma galinha caipira e frutas para nossa casa.

Todos Reunidos– A Copa do Mundo de 1958 na Praça da Conceição

O cenário muda em minha mente. Lembro da multidão reunida na Praça da Conceição para assistir (escutar) o final da Copa do Mundo na Suécia num domingo em 29 de junho de 1958, com som vindo dos possantes altos falantes do cine São Jorge no comando acho que do Bartolomeu Marinho. A vibração com os dois gols de Vavá, dois de Pelé e um do Zangalo foram as alturas. Quando terminou o jogo e o Brasil ganhou de 5×2, a comemoração varou a noite toda.

A Guerra do Galho das Goiabas – Arnaldo Maciel x José de Souza

Lembro da disputa ferrenha para prefeitura local entre Arnaldo Maciel x José de Souza. Nesta campanha política tinha uma marchinha que tocava o tempo todo. Ficou gravada direta em minha mente, que nunca esqueci. Era a seguinte: “Olé Laurindo, eu vou tirar uma laranja/ Olé Laurindo, uma laranja eu vou tirar, é no galo de goiaba que Arnaldo se acaba e o Zé de Souza é o campeão”.

Lembrando Belo Jardim - Turma de 1967 do Ginásio Professor Donino - Prova com Prof. Alba (Fonte: ADSilva)

Lembrando Belo Jardim – Turma de 1967 do Ginásio Professor Donino – Prova com Prof. Alba (Fonte: ADSilva)

Nos comícios do Zé de Souza as pessoas passavam pela Mariola e recebiam galhos de pés de goiabas para agitarem nas praças. Quando o candidato falava era aquele alvoroço de galhos balançando. Bem, terminou que o galo de goiaba não era tão forte e o Arnaldo Maciel levou esta. Coisa da política.

Trovoadas e Trovões – Os Banhos nas Enchentes do Bituri

Lembranças dos intermináveis banhos no rio Bituri (taboquinha) com meu irmão Rosiel e o José Cordeiro (O Zé Cuscus da rua Caruaru). O rio passava atrás da minha casa na Rua Jaboatão (atual Ten. Frade) e quando havia enchente era aquela festa. A gente mergulhava no final da rua Pesqueira e íamos levados pela correnteza até a Mariola. Eita que alegria sem fim.

Presente de Grego – A Vaca e o Bezerro Berrantes

Este episódio aconteceu em uma manhã em nossa casa na rua Jaboatão. Logo de manhãzinha acordamos com o som de uma vaca berrando e um bezerrinho junto fazendo o mesmo. Meu pai, era neste período, delegado da cidade vizinha de Sanharó.

O Sgt Francisco Frade da Silva, ou Sgt Frade (como era chamado meu pai) tinha prendido uns figurões na cidade dias anteriores que estavam fazendo desordens na pacata cidade. Sem saber o que estava acontecendo meu pai foi olhar a vaca amarada na frente de casa, e tinha um bilhetinho grudado no pelo da vaca que dizia: este é um presente inicial para o Senhor soltar o tal fulano. Aquele que o meu pai tinha colocado no xilindró.

Lembrando Belo Jardim - Turma de 1967 do Ginásio Professor Donino - Formatura (Fonte: ADSilva)

Lembrando Belo Jardim – Turma de 1967 do Ginásio Professor Donino – Formatura (Fonte: ADSilva)

Meu pai ficou uma arara. Mandou chamar um soldado e disse para ele levar a vaca e bezerro de volta e diga a esta pessoa que o próximo a ser preso será ele. O que mais chamou nossa atenção era que neste período o governador do Estado de Pernambuco era o Cid Sampaio (que por pura coincidência do destino, era um grande usineiro) que muitos afirmavam que Sua Excelência não gostava que os  orgãos fazendários cobrassem impostos.

Como resultado faltava receita e os policiais estavam quase três meses com os salários atrasados. Foi um momento muito difícil que passamos, mas meu pai mesmo nesta situação super apertada, não se deixou levar pela propina dando um exemplo de vida para todos nós que dura para sempre.

Sirenes, Sinos, Conversações e Guerras Futebolísticas

Quem daqueles tempos não se lembra das sirenes da fábrica de doces Mariola anunciando que o tempo não para? Acho que tocava todas às 11 horas da manhã e 13 horas na tarde. O tempo também vinha dos Sinos da igreja do Padre Assis tocando às nove horas de noite e as meninas, e todo mundo, desaparecendo da praça da Conceição como por milagre. Tinha que gente que falava cobras e lagartos do Padre e da mãe do Sacristão.

Lembro das conversações que levava com Sr. Belarmino pai do Adalberto no sítio do estado atrás de minha casa quando ia pegar mangas não dadas do sítio. Quando a coisa apertava, eu falava que era filho do Sgt. Frade e barra amansava para meu lado para chegarmos a um acordo.

Lembro das guerras futebolísticas entre os times do Santa Cruz e do Culturra. A batalha entre o gigante Wilson, filho do Mestre Ulisses, e o baixinho Lulinha no campo do Santa Cruz eram homéricas. O Wilson entrava pesado e depois levava geló para o Lulinha passar na canela machucada, pedindo desculpas a todo momento.

Emblemática Mestra Dulce Ramos de Queiroz e idas com Tonico

Vem a mente as palavras inesquecíveis da emblemática mestra Dulce Ramos que mudaram minha vida para sempre (dedico um capítulo de um dos meus livros sobre isto). Como foi importante os ensinamentos e conhecimentos que recebi das maravilhosas professoras do Ginásio Professor Donino e do Grupo Bento Américo.

 emblemática mestra Dulce Ramos e Lurdinha Mergulhão (Fonte: Eng. José André)

Emblemática mestra Dulce Ramos ( a esquerda) e Lurdinha Mergulhão (Fonte: Eng. José André)

As idas nos dias de aulas com o Tonico Araújo da rua João Pessoa até o Ginásio Donino.  Era uma rotina sagrada. Ficava na casa do Tonico esperando ele engolir o café da manhã feito na hora por D. Luzia. Eu já vinha merendado, para não perder tempo, mas que dava água na boca, dava.

Assombração nos Muros do Clube Inhumas e o Misto

Esta eu não esqueço! As corridas no escuro para vencer a longa travessia noturna (naquele tempo) entre os muros do Clube Inhumas e minha casa. Não tinha iluminação. Era tudo preto no riscado mesmo. Isto acontecia após o término do filme no cinema São Jorge ou de Zé Vieira quando estava sem meu irmão Rosiel.

Eu ficava esperando por alguém para atravessar junto, mas quando não aparecia, encarava e pedaço, mesmo tremendo e morrendo de medo da mulher sem cabeça me atacar.

Naqueles dias, corria solto o boato que esta não santa senhora em noites escuras acostumava assombrar os transeuntes desta travessia, mas precisamente lá pela meia noite. O bar do Sr. Júlio, o contador de estórias, na praça desembargador João Paes era o local indicado para sermos informados sobre as ações desta madame do outro lado.

Lembro da movimentação de cargas e gentes com as chegadas e partidas do trem misto noturno (o bacurau) na estação ferroviária partindo para Recife. Tinha de ser tudo rápido para que o chefe Zé Furão liberasse no telefone o movimento do ainda chamado “Trem da Great West”.

Meu irmão ajudava o trabalho do Zé e eu andava de lado para outro vendo o que estava acontecendo. Entre as muitas cargas, o que mais me chamava atenção era os animais transportados. Foi ai que aprendi na prática o real sentido da expressão: “sofre mais do que bode embarcado”.

Dupla Embaixador e Diplomata – O Engenho Remoendo o Passado Presente

Vamos agora remoendo as recordações. Eram as idas ao Engenho do sítio no Travessão de D. Toinha, viúva do Sr. Elias e mãe de D. Terezinha, Conceição, Cilene, Zefinha e Arnaldo. Neste sítio moravam minha tia Luizinha, seu esposo Sr. José Matias e nossas primas Maria José (Zezé) e Risalva, e os primos Matias Filho, Tonho e Zezinho. O que me dá muita saudade, é a recordação da moagem. Não sei se este Engenho ainda existe, mas era algo para ser preservado como parte da história de nossa cidade.

Lembrando Belo Jardim – Engenho do sítio no Travessão de D. Toinha

Lembrando Belo Jardim – Engenho do sítio no Travessão de D. Toinha (Fonte: Eng. José André)

No sítio tínhamos aventuras sem parar e a Zezé me acompanhava em tudo. Era meu mundo particular. No tempo do corte da cana-de-açúcar (acho de setembro a outubro), a moagem era a coisa que me causava a maior felicidade que um ser humano podia experimentar.

Fazendo rapaduras, o ambiente do Engenho era uma festa. Figura central era o mestre do Engenho que comandava tudo e tinha a grande responsabilidade de determinar o ponto do mel. Pessoas do sítio e alguns vizinhos vinham beber garapa e pegar mel e alguns ficavam durante todo o dia falando da vida dos outros. Era um ambiente de alegria e muito trabalho.

A minha alegria era ajudar o tangedor e montar atrás das carretas (formada pela cambão, a canga, os canzis, o tamoeiro e as correias dos chifres) que moviam as moendas de cana do engenho puxadas pela dupla de bois, embaixador e diplomata. Se não me engano estes eram os nomes da dupla famosa. Naquele tempo embaixador e diplomata trabalhavam duro.

Lembrando Belo Jardim - Familia de Tia Luiza e Sr José Matias na Casa que Ficava no Sitio de D.Toinha ( Fonte: Eng. José André)

Lembrando Belo Jardim – Familia de Tia Luiza e Sr José Matias na Casa que Ficava no Sitio de D.Toinha ( Fonte: Eng. José André)

Ficávamos horas e horas vendo a cana entrando na moenda, a garapa (caldo) jorrando para os tachos de cobre de cozimento, passando pelas gamelas e caixas de raspaduras e a saída dos produtos finais como mel, rapaduras e batida (Uma espécie de rapadura temperada que tinha formas diferentes e que era envolta em palha de bananeira).

Que felicidade quando a gente provava o resto dos tachos e das rapaduras. E entendi quando meu pai dizia: “Filho rapadura é doce, mais não é molhe não!!!”

O Sucesso do Braço do Nélson e o Time do Biu Asinha

Nunca esqueço do sucesso do Nélson Franklin quando ele chegou numa manhã na nossa classe no Donino com braço quebrado. Foi um abafo geral. Um enxame sobre o Nélson. Todos os colegas na classe ficaram babando e desejando quebrar o braço também pra ter o charme do Nélson com as meninas.

Meu Deus como meus pés aguentavam os treinamentos descalços às 5 horas da manhã no pedregoso campo do Cultura antes de ir à escola. Era o sacrifício exigido para jogar no time glorioso do técnico Biu Asinha,. Biu ia acordando tudo mundo ainda escuro arregimentando o grupo de atletas para o treino sobre sua direção. Tínhamos de estar super preparados para enfrentar o temível time do Paulo Batista do Bairro de São Pedro. Era uma guerra!

Aqui e na Eternidade – Trato do Paletó Azul

Vamos ver agora o estranho acordo que meu pai, neste tempo já o Ten. Frade, fez com o Abaeté da Farmácia na praça da Conceição. O dois combinaram que quem morresse primeiro, o vivo tinha de ir de paletó azul para o enterro do outro. Fiquei sabendo deste acordo mas pensava que era só brincadeira.

Bem, papai morreu em 1971 e eu estava seguindo o enterro na rua do Bom Conselho quando vejo o farmacêutico Abaeté todo bem vestido com um paletó azul se dirigir para mim e dizer: “estou aqui pagando a promessa e cumprindo o acordo que fizemos eu e seu pai”. Neste momento de dor pela partida do meu pai, eu tive de me segurar o máximo para não rir da situação pela face séria e cerimonial do Abaeté a minha frente todo de azul. Que homem de palavra!

Asma e Depressão – O Bigode do Cavalo-Preto

Bem esta foi bem diferente. Tinha um senhor muito amigo do meu pai que morava na rua do Tambor. Ele tinha asma, como também o que naquele tempo se chamava de crise de nervosíssimo (hoje é a conhecida como uma baita de depressão).

Acontece que disseram para ele que chá de bigode de um inseto, besouro ou vespa gigante chamado de cavalo-preto ou do-cão era um remédio tiro-e-queda para seus desafios de saúde. Este insecto é conhecido por parasitar em aranhas-caranguejeira e tem um ferrão que produz uma picada da mais dolorosa entre todos os insetos. Coisa para derrubar mesmo!

Não deu em outra, o amigo do Papai chegou um dia para mim e disse: “tenho uma missão para você Aecio. Pago-lhe muito bem, se você me conseguir uma xícara de bigode (antenas) do citado besouro”.

Bem, não tive dúvida e de olho na recompensa, parti para a luta esquecendo da intensidade da dor da picada do famoso besouro. Acho que acabei com estas vespas gigantes de todas as redondezas, mas finalmente sem levar uma picada sequer consegui encher uma xícara. Acho que entrou bigode, barba, antenas e tudo que pode achar na frente do besouro.

No dia marcado entreguei o produto ao cliente e ele me deu cinco cruzeiros. Foi uma festa com tanto dinheiro. Nunca soube do resultado, mas as caídas, arranhões, batidas e escorregões que levei para pegar o bendito do insecto compensaram muito bem o salário recebido.

Muito Obrigado Zequinha Franklin

Bem vou parar por aqui. Tem muito mais para outra oportunidade. Parabéns e muito obrigado Zequinha por ser um instrumento desta viagem do tempo que nos enche de desejo de fazer um futuro melhor para os que estão nos sucedendo na espiral finita da vida. Como dizem ai, Valeu irmão e já está pedindo por outro!!!

Este é o primeiro artigo inspirado no livro do Zeca, mas espero que seja só o começo. Você pode muito bem continuar estas memórias escrevendo um artigo sobre suas recordações da infância em Belo Jardim.

Estamos abrindo uma seção no mybelojardim.com sobre Lembrando Belo Jardim. Se você escrever um artigo ou tem fotos daqueles tempos do passado presente mande para a gente aqui que publicarei no blog imediatamente.

Como o eterno e doente torcedor tricolor Tonico Araújo me falou numa conversa recente, “só faltou Zeca falar das nossas namoradas”. Bem quem sabe alguém cria coragem e entra nesta gelada, mas antes deve estar bem preparado esfriar e enfrentar as mulheres atuais das nossas vidas…”

Aecio D’Silva

1 comment to José Araújo Franklin Lança Livro “Belo Jardim – recordação de um passado presente”

  • Nelson

    Caro Aécio, Abordace algumas belas e saudosas recordações. As pessoas que estão com Zequinha são Conceição Lima e Maria José, finha esposa do saudoso maestro Ulisses Lima. Mazé está com 99 anos. Interesante, não tenho a foto na sala de aula. Salvei para meu arquivo. Abs.