Bem-Vindo(a) a MyBJ Bem-Vindo(a) a MyBeloJardim mais um membro do Programa Glocal (Glocalização - pense global e aja local) de Tecnologia, Produção Integrada de Alimentos-Energia e Total Quality Leadership Systems (Gestão de Liderança Empresarial de Qualidade Total) TQLSystems criado pelo Dr. Aecio D'Silva.
Vamos Acabar o Tráfico Humano – Seja um(a) Abolicionista
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AquaFuelsPonics & AquaBioPonics
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Aquicultura + Biocombustíveis Aquícolas + Hidroponia
"Todos os seres humanos são criados iguais, e são dotados pelo seu Criador de certos direitos inalienáveis, entre os quais estão o direito a vida, a liberdade e a busca da felicidade". Thomas Jefferson.
"DÊ UM PEIXE A UMA PESSOA E ELA TERÁ COMIDA POR UM DIA. ENSINE-A A PESCAR E ELA PODERÁ MUITO BEM DEPREDAR OS RIOS E OCEANOS. TREINE-A EM SISTEMAS AQUAFUELSPONICS E ELA TERÁ COMIDA E COMBUSTÍVEL PARA ELA, SUA FAMÍLIA E UMA RENDA SUSTENTÁVEL PARA O RESTO DE SUA VIDA". A. D'Silva
Atenção Editores, Bloggers, Marketeiros, Webmasters e Publicistas
Artigos Podem Ser Re-Publicados desde que Seja Citada a Fonte
 Inteligente Design - Alfred Russell Wallace. (fonte: Hulton-Deutsch Collection/Corbis
Inteligente Design - “Um dos mais renomados biólogos do século XIX, Alfred Russel Wallace divide o crédito com Charles Darwin do desenvolvimento da teoria da Evolução por seleção natural.
No entanto, uma parte da vida notável de Wallace e sua carreira foi completamente ignorada: Seu abraço a teoria de Inteligente Design.
“Darwin’s Heretic ” é um documentário de 21 minutos que explora a fascinante intelectual viagem de Wallace e como ela lança luz sobre os debates atuais.
O documentário apresenta o renomado Professor Michael Flannery, da University of Alabama at Birmingham, e autor da aclamada biografia, “Alfred Russel Wallace:. A Redescoberta da Vida”
Inteligente Design - Quando Teremos ”Darwin’s Heretic ” com Legenda em Português?
Infelizmente ainda vai ser lançada o vídeo com legenda em português, mas para aqueles que capturam o Inglês, vale mais do que a pena assistir este incrível vídeo.
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Engenharia Genética - Quem imaginar que os pecuaristas de gado nelore e avicultores, por exemplo, poderiam ter no futuro como sérios competidores os cientistas industriais que trabalham com células-tronco musculares?
 Engenharia Genética - "Carne Cultivada"em Laboratórios de Pesquisa
Em outras palavras, será que é possível produzir um hambúrguer, ou mesmo um filé-mignon em questão de dias sem ser necessário criar bois por 18-22 meses, matá-los para depois só retirar as partes que interessam?
Porque não produzir somente a parte que se está interessada? Ou seja ter uma fábrica com linha de produção daquela picanha suculenta?
Esta é uma pergunta que vem sendo feita por muitas pessoas desde a muito tempo. Wiston Churcil, como mostra recente reportagem do Guardian na Inglaterra, mostra que o grande Estadista e herói mundial foi um dos primeiros a perguntar porque criar toda uma galinha, quando o que se quer é o peito sem osso ou mesmo a coxa?
Quer concordamos ou fortemente discordamos desta possibilidade futura, ela esta aí a nossa frente. Além disto, com a velocidade que o conhecimento está sendo mutiplicado a cada minuto neste mundo, é bom estarmos preparados e informados que carne pode estar vindo dos laboratórios e não somente dos pastos em um futuro não muito distante.
Engenharia Genética – “Carne Cultivada”em Laboratórios de Pesquisa
Bem, cientistas ingleses usando técnica de engenharia genética estão produzindo pequenas quantidades de “carne cultivada” em laboratórios de pesquisa. Mark Post da Universidade de Maastricht, um dos pioneiros no campo, afirma que ele será capaz de produzir um hambúrguer cultivado em laboratório até o final do ano.
Em vez de começar com carne de animais criados em pastagens por meses e meses, ele quer crescer bifes em condições de laboratório feitos diretamente a partir de células-tronco musculares.
Se for bem sucedido, a tecnologia de engenharia genética vai transformar radicalmente a forma como produzimos alimentos. “Queremos transformar a produção de carne de um processo de engorda nos pastos ou confinados nas fazendas para um processo industrial”, explicou o cientista.
Prof Post está usando células chamadas myosatellites, uma forma de células-tronco musculares que normalmente são usado pelo corpo para reparar danos musculares. Células Myosatellites podem ser extraídas de um animal adulto sem matá-lo ou maltratá-lo e tem inúmeras vantagens.
Carne cultivada – também conhecida como “carne in vitro” ou produzida em laboratório – baseia-se na ciência da tecnologia de células-tronco usadas na medicina.
Células-tronco são extraídas de um porco, por exemplo, e convertidas em células musculares de porcos. Essas células musculares são então cultivados em uma armação com nutrientes e vitaminas essenciais e crescem nas quantidades desejadas.
É a mesma tecnologia de engenharia genética que mostramos em um post passado sobre a produção artificial de um tranqueia. Em outras palavras, você brevemente pode chegar em um supermercado e ver o anúncio de hambúrguer feito no capricho sem matar o boi.
No entanto, mesmo com todas estas vantagens aparentes, muito poucos pesquisadores estão trabalhando no desenvolvimento da tecnologia de carnes cultivadas.
Quanto tempo antes que a carne esteja disponível nos supermercados depende do investimento em pesquisa e desenvolvimento. As estimativas mais otimistas são de que o primeiro produto comercial poderia estar disponível em cerca de cinco anos.
O primeiro produto será carne moída de boi ou uma salsicha; bifes podem demorar um pouco mais. Há um longo caminho a percorrer, mas as possibilidades são reais. Temos um grande problema – como alimentar o mundo. Agora podemos estar no início de uma possível solução.
Qual será o gosto que isto vai ter? Bem, com os avanços que temos hoje, o sabor que o cliente desejar, é só acrescentar os temperos genéticos. Será isto mesmo?
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Explosões Solares – Como temos mostrado em posts anteriores, e muitos têm acompanhado com vivo interesse, as erupções ou tempestades magnéticas solares podem causar grandes desafios à vida na terra.
As labaredas solares são explosões gigantescas no sol que enviam energia, luz e partículas de alta velocidade para o espaço. Estas erupções são frequentemente associados com tempestades magnéticas solares sconhecidas como ejeções de massa coronal (CMEs).
Explosões Solares – Massivas G1 and S3 Storms em Progresso até Janeiro 27, 2012!
Esta animação abaixo mostra os resultados de um modelo de previsao de vento solar utilizado no Centro de Previsão do NOAA Space Weather, para prever quando um evento na atmosfera exterior do Sol (centro) pode atingir a Terra(direita) e causar uma tempestade geomagnética como a que estamos tendo agora.
As simulações do modelo iniciadas segunda-feira 01:00 EST em 23 de janeiro 2012, mostram o impacto do sistema de clima espacial atingindo a Terra na terça-feira pela manhã, 24 de janeiro, cerca de 9 am EST.
A tempestade atual de radiação tem permanecido no nível S3 (Strong), e chegou ao seu pico ontem, quando começou a diminuir segundo a NOAA. A previsão é que estas tempestades geomagnéticas continuem por dias em níveis de moderados aos mais altos possíveis.
A ejeção de massa coronal é uma explosão massiva de vento solar, explosões do plasma solar, alterando os campos magnéticos e aumentando a corona solar sendo lançado para o espaço.
Quando a ejeção é dirigido em direção à Terra e chega com alta intensidade, a onda de choque da massa de partículas energéticas solares provoca uma tempestade geomagnética que pode perturbar a magnetosfera da Terra.
As ES podem interromper as transmissões de rádio e causar danos a satélites e instalações de linha de transmissão eléctrica, resultando em quedas potencialmente maciças de energia e de longa duração
Problemas e Riscos causados por tempestades S3 (Strong) de Radiação (segundo a NOAA):
Biológicos: riscos de alta de radiação gama atingirem astronautas na EVA; passageiros e tripulantes de aviões em altas latitudes podem ser expostos aos riscos perigosos à saúde desta radiação.
Operações de satélites: evento únicos de perturbações; ruído em sistemas de imagem e prováveis redução de eficiência em painéis solares.
Outros sistemas: degradação da propagação de rádio HF nas regiões polares e prováveis erros de posição de navegação em gps.
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Biocombustíveis - Como temos mostrados em posts anteriores, a saída da crise energética e o estabelecimento de uma bioeconomia viável e sustentável passa pela multiplicidade e diversidade de matéria-prima ou biomassa que tenham condição de produzir combustíveis sem ocupar áreas agrícolas destinadas a produção de alimentos.
Você deve ter ouvido falar em dezenas ou mesmo centenas de possíveis culturas energéticas que aparecem constantemente no net prometendo mundo e fundos ou que esta é a solucão final.
Contudo com o tempo, vai acontecendo uma filtração natural que separa as que são baseados em hyper, sentimentos, opiniões, ou interesses pessoais, das que são fundamentadas em pesquisas e dados verificáveis.
Na realidade, atualmente, para Biodiesel e Bio-querosene as opções de maiores potenciais que não entrem na controvérsia de “comida versus combustíveis” são camelina, algas e pinhão-manso.
Deste modo, qualquer nova opção de plantas para Biocombustíveis é bem vinda desde seja testada em pequena escala e verificada suas potencialidades e desafios a serem vencidos antes de ser promovida em larga escala.
Biocombustíveis – Pongâmia Pode Ser Mais uma Opção BioEnergética
 Biocombustíveis - Árvore de Pongamia pinnata
Na Índia e na Austrália, uma leguminosa, a Karanja (Pongamia pinnata), uma árvore plantada em climas semi-áridos e que produz sementes que contém 30-40 por cento de óleo nâo comestível, está se tornando uma escolha popular de oleaginosas para produção de biocombustíveis.
Sua produtividade para Biocombustíveis, ainda a ser comprovada em bosques experimentais, pode ser entre 10-50 kg óleo/planta/ano ou 1500-3500 kg óleo/ha/ano, teoricamente maior do que soja (400 kg óleo/ha/ano) e canola (600 kg óleo/ha/ano).
Todas estas possíveis positivas características têm chamado a atenção dos pecuaristas e silvicultores dos EUA , principalmente no nosso grande e destemido estado da República do Texas.
Consequentemente, Pongâmia, também chamada “árvore de energia”, está sendo testada em bosques experimentais no Texas para determinar a adaptabilidade da árvore ao meio ambiente e condições climáticas locais.
Segundo os promotores desta árvore nos EUA, os resultados até agora têm sido muito positivos e animadores. Pongâmia é tolerante a solos salinos e alcalinos, pode suportar estiagens, cresce bem em terras marginais e é uma das poucas árvores fixadoras de nitrogênio que produz sementes contendo 30-40 por cento de óleo.
Biocombustíveis – Cerca de 30.000 Árvores já Foram Plantadas no Texas
Cerca de 30.000 árvores já foram plantadas perto de San Isidro, Texas, a oeste de Zapata e norte de Edinburg, no Baixo Rio Grande Valley segundo a associação dos produtores do estado. Além disso, bosques de Pongâmia foram plantados perto de El Campo. Industrias de plásticos têm leased terras para testar estas árvores.
Pongâmia é uma árvore bonita atingindo uma altura de até 10 metros de altura e tronco de 50 cm de diâmetro e pode ser propagada por sementes, vegetativamente e por micropropagacão.
Pongâmia tem relativa tolerância a seca de climas áridos e pode ser cultivada em pequena escala em comunidades rurais. Seu óleo filtrado, como no caso de pinhão-manso, pode ser usado diretamente em motores diesel sem ser necessário transformar em biodiesel.
Ele pode tolerar extremas temperaturas e luz solar intensa, e as suas semente podem ser colhidas com uma colhedeiras de amendôas, e as esmagadoras de amendoim e soja fazem um bom trabalho na extração do óleo .
A borra ou bagaco de semente após retirado o óleo pode ser utilizado como um fertilizante de nitrogênio de alta qualidade e quando desintoxicado e misturado com soja pode até ser um alimento animal de alta concentração de proteína.
O adubo orgânico produzido como um subproduto do processo de produção de biodiesel com karanja devido ao alto teor de carbono orgânico e presença de karanjin (tipo de flavonóide), ajuda a aumentar a fertilidade do solo, a produtividade das culturas e também controla pragas, especialmente nematóides.
Segundo os especialistas, como esta leguminosa fixa nitrogênio no solo, as gramíneas sob as árvores ficam exuberantes e verdes, e o gado percebe isto rapidamente quebrando cercas ao lado para pastar no capim associado com as Pangomias.
No caso específico do Texas que enfrentou um seca histórica o ano passado e as pastagens foram pisoteadas e destruídas em todas as partes, as gramíneas que estavam junto as Pongâmias serviram de alimento emergencial para o gado do pasto.
Comparando-se a eficiência do uso ou consumo de água, em termos de gramas de biomassa produzida/kg de água consumida, têm-se que a Pongamia pinnata produz cerca de 0,8 gramas de biomassa por cada quilo de água consumida.
Dados mostram que a eficiência do uso da água para algumas culturas agrícolas, tem-se que cada quilo de água usada, gera uma produção de 0,98 grama de trigo, 0,05 grama de feijão, 1,08 grama de milho e 0,6 grama de batata.
Isto mostrou que além de ser uma cultura energética, esta planta pode oferecer benefícios adicionais para os produtores rurais de qualquer nível.
Na realidade prática, como a Pongâmia fixa o nitrogênio no solo, produtores poderão consorciar a árvore com gramíneas de crescimento rápido antes que a copa da planta adulta venha restringir a exposição solar.
Biocombustíveis – Qualidades do Óleo de Pongâmia para Biodiesel
 Biocombustíveis - Sementes de Pongamia pinnata com 30-40% Óleo
O óleo da semente de Karanja ou Pongâmia quando usado para produzir biodiesel tem propriedades físicas muito semelhantes ao diesel convencional.
No entanto quando a emissão de poluentes, o óleo da Karanja é mais limpos como biocombustíveis do que o diesel fóssil. Não tem nenhum compostos poliaromáticos e produz menos fumaças tóxicas e reduzida emissões de fuligem.
Além disso, o mesmo óleo pode ser usado diretamente para cozinhar e como também lubrificante, agregador para tinta a base de água, pesticida, e na fabricação de sabão e na indústria de curtume em outros países.
Na Índia, onde a árvore é amplamente utilizada como cultura energética, folhas secas são utilizadas como um repelente de insetos em grãos armazenados. O bolo que sobra depois da prensagem das sementes quando é aplicado ao solo como fertilizante, tem um valor de pesticida.
Segundo os promotores da árvore no Texas, “Pongâmia parece ser mais promissora do que outras matérias-primas e estamos esperançosos que nosso estudo irá demonstrar sua adaptação à produção em larga escala no Texas”, acrescenta um dos experimentadores.
Entretanto, como qualquer outra árvore de cultura perene, Pongâmia requer 4 a 5 anos antes que a árvore esteja madura o suficiente para ser explorada comercialmente. Mesmo assim, considerando que tem um crescimento comparativamente rápido, uma vez estabelecida, tem uma vida produtora para além dos 50 anos.
Pongâmia é mas uma promessa a mais que se junta ao time das plantas energéticas. Contudo, como acontece com qualquer nova espécie candidata a produção de biocombustíveis precisa de mais pesquisas práticas que mostrem as reais potencialidades como séria produtora de bioenergia.
Contudo, nada impede onde é possível e permitido, iniciar plantações de Pongâmia para sombreamento e recuperação do solo, pois suas propriedades de fixação de nitrogênio são mais do que comprovadas.
Além disto, a nível de agricultura familiar semelhantemente ao pinhao-manso, temos reais benefícios que cada árvore adulta oferece podendo produzir pelo menos 10 litros de óleo anualmente usando areas marginais e de siqueiro.
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Engenharia Genética – Como será que os genes das algas e lulas podem ser usados para produzir benefícios para a humanidade quando manipulados sinteticamente ?
 Engenharia Genética - A Mesma Lula Mudando de Cor
Bem, como vai ser descrito no novo livro sobre Algas dos cientistas Prof. Aecio D’Silva e Dr. John Kyndt (membros ativos do bordo de editores do MyBeloJardim) a ser lançado brevemente, biorreatores de algas verde-azuladas poderiam um dia substituir os poços de petróleo na produção de matérias-primas para a indústria química pelo uso de engenharia genética.
Nossos pesquisadores e outros poucos laboratórios de tecnologia de ponta estão usando engenharia genética para criar cianobactérias (algas azuis-verdes), que convertem o dióxido de carbono no ar em hidrocarbonetos complexos. As cianobactérias são organismos unicelulares que, como as plantas verdes, podem usar a luz solar para transformar dióxido de carbono e água em açúcares e outros carboidratos.
O Departamento de Energia dos EUA estabeleceu uma meta de obter um quarto de produtos químicos industriais a partir de processos biológicos até 2025. Hoje, 99 por cento das matérias-primas usadas para fazer tintas, plásticos, fertilizantes, produtos farmacêuticos e outros produtos químicos vêm de petróleo ou gás natural, como afirmam os nossos cientistas.
Enquanto alguns produtos químicos, como os biocombustíveis, podem ser obtido a partir de biomassa vegetal convertida, as plantas que fornecem matérias-primas são relativamente lentas para crescer. Além disto, usando áreas agrícolas para produzir combustível usa terra arável que poderia ser usada na produção de alimentos.
Em vez disso, a engenharia genética aplicada nas algas pode tornar possivel produzir produtos químicos que não usam áreas agrícolas para competir com a produção de alimentos.
Nossos especialistas estão selecionando genes que quando colocados em algas poderão num futuro montar vias artificiais de linha de produção direta destes químicos em células vivas.
Engenharia Genética: Genes da Lula Atuando Como Sensores em Outros Organismos
O gene que dá lulas a capacidade de mudar de cor e se camuflar tem atraído a atenção de geneticistas de vários laboratórios privados e universidades americanas e europeias que trabalham na nova ciência da biologia sintética.
Eles usaram sequências de DNA padronizado conhecido como Bio-Tijolos (Bio-Bricks) para recriar o gene para que futuros organismos biologicamente projetados poderiam ter a mesma capacidade de mudar de cor e serem usados como sensores biológicos.
Os testes feitos até agora mostram a completa viabilidade desta tecnologia e pode ser usada em várias áreas de pesquisas e áreas da medicina.
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Tecnologia de Ponta – A Polícia de New York – NYPD - está testando a tecnologia Terahertz de Detecção de Imagens (radiação) para ajudar a Big Apple se tornar uma zona livre de armas.
 Tecnologia de Ponta - NYPD Quer Usar Escâner
De acordo com notícias recentes , a NYPD, juntamente com o Departamento de Defesa dos EUA, estão investigando uma tecnologia emergente que pode detectar armas escondidas no corpo humano através de um escâner especial colocado em veículos da polícia.
A tecnologia de ponta usa um escâner que mede a energia radiante de um corpo até 5 metros de distância, e retorna uma imagem de alguma coisa que esteja bloqueando-a, como uma arma.
A NYPD, sendo a maior agência de polícia do país da, às vezes chamada de ”o sétima maior exército ” no mundo, tem cerca de 35 mil policiais uniformizados, pode estrar criando um precedente preocupante às liberdades individuais e privacidade dos cidadãos segundo os defensores das liberdades civis se continuar buscando essa tecnologia.
Tecnologia de Ponta – Uma Agressão às Liberdades Individuais
O debate se aqueceu, depois que foi apresentada uma visão geral dos escâneres-arma e das preocupações com privacidade que foram levantadas por os defensores das liberdades de cidadão.
A New York Civil Liberties Union já manifestou o seu receio de que a tecnologia Terahertz de Detecção de Imagens violaria os direitos de privacidade. ”É preocupante. Ela fere a privacidade, o direito de andar na rua sem estar sujeito a uma virtual mirada digital pelo Departamento de Polícia quando você não está fazendo nada de errado ”, disse um dos defensores.
Já a NYPD afirmou que o escâner só seria usada em circunstâncias razoavelmente suspeitas e poderiam reduzir o número de violências nas ruas. Ele afirmou que só seria usado em eventos específicos ou um local acontecendo disparos.
Esta tecnologia já funciona em vários países inclusive nos Estados Unidos, mas a NYPD quer que ela seja mais portátil e tenha uma gama maior de detecção antes que eles consideram equipar seus carros de patrulha com esta tecnologia de ponta, mas bem preocupante para o cidadão comum.
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Energia Solar – Por que será que os chineses estão rindo a toa quando o assunto é a industria de energia solar mundial?
 Energia Solar - Sistema Fotovoltaico de Geracao de Eletricidade (clique para ampliar)
Para entender a razão de toda esta felicidade, vamos começar pelas mudanças tecnológicas que estão moldando a energia solar mundial causada pela queda vertiginosa de precos dos sistemas PV chineses.
Como mostramos em post anteriores (Energia Solar Concentrada Versus Fotovoltaicos: Caída de Preços Causa Corrida para PV) várias propostas de grandes projetos de energia solar, incluindo um mega na Califórnia, mudaram recentemente de energia solar concentrada (CSP) para a fotovoltaica, mais conhecida como (PV).
Tudo mostra e indica que um redirecionamento importante no setor solar está acontencendo em grande escala forçando mudanças da tecnologias usadas por mega projetos em processo de planejamento e construção. A tendência agora parece irreversível e sem retorno com a entrada massiva dos produtos chineses no mercado.
Com estes movimentos tectônicos na Industria Solar, podemos ver que Fotovoltaica, carro chefe da setor exportador solar chinês, será agora a tecnologia dominante em grandes projetos solares. Sistemas CSP, com uma notável exceção, estão perdendo em toda a parte.
Sistemas CSP refletem o calor do sol a partir de espelhos parabólicos para uma torre central, onde criam vapor que move turbinas de energia e assim geram eletricidade.
Sua grande vantagem é que o excesso de calor pode ser armazenado, muitas vezes em tanques de sal fundido, para ser usado para produzir energia a noite ou quando o céu está nublado.
Mas CSP tem uma grande desvantagem tecnológica. O sistema concentrado precisa de água, muita água mesmo, principalmente em regiões áridas e desértica onde são normalmente instalados.
Obviamente, isso coloca CSP contra todos os outros interesses competindo por água no secos desertos. Algumas plantas CSP reciclam água. Isso faz o consumo diminuir, mas ainda assim usam quantidades substanciais de água.
Outro grande desafio enfrentado pelos sistemas CSP é a tecnologia de captura de energia solar Fotovoltaica. O mercado é competitivo para PV. Os preços estão em queda e continuará a cair. Sistemas CSP costumavam ser custo-competitivos contra os PV, mas já não são.
É muito difícil ver como a tecnologia CSP voltará a ser competitiva. Além disso, PV usa muito menos água do que CSP, o que é outro fator importante a seu favor. Embora reviravoltas tecnológicas possam acontecer decorrentes de novos avanços científicos, mas no quadro atual, PV está dominando e ganhando bonito da CSP.
O recém-aprovado mega projeto de Sonora Energia Solar no Arizona decidiu mudar para CSP e agora usará PV. Como mostramos aqui, um outro mega solar projeto nos EUA, o Blythe na Califórnia decidiu também mudar de CSP para PV.
Energia Solar – Competição Implacável Gerada pela Redução de Preços de Empresas Chinesas
 Energia Solar - Fábrica de Painéis Solares na China
A planta Blythe foi uma enorme perda de negócios para a gigante solar alemã, Solar Millennium, e provavelmente foi um fator decisivo para seu recente pedido de falência.
A usina Blythe era suposto ser a primeira 1 Gigawatt planta solar do mundo, mas a mudança para PV irá atrasar o seu desenvolvimento. Em vez disso, um projeto na África do Sul pode ser o primeiro.
A construção em Blythe foi temporariamente suspensa até que problemas gerados com a mudança sejam resolvidos. Ele recebeu US $ 2,1 bilhões em empréstimos do governo federal em 2011, mas não são quase o suficiente para todo o projeto.
Solar Millennium foi a segunda empresa alemã solar para pedir falência. Solon foi a primeira. A Alemanha tem sido um líder mundial em energia solar, mas estas duas falências colocaram sua indústria de energia solar no alerta máximo.
A competição implacável gerada pela redução de preços de empresas chinesas de energia solar bombadas por pesados subsídios do governo são fatores determinantes no mercado de PV atualmente.
Mesmo a Alemanha não é mais imune às práticas chinesas que muitos afirman de vender (dumping) sistemas PV a preços abaixo do custo.
Energia Solar – O Projeto Gigante Desertec na África ainda com CSP
No entanto, há um projeto que ainda está aparentemente comprometido com energia solar concentrada. O Projeto gigante Desertec que planeja instalar uma enorme quantidade de usinas CSP no norte da África e no Oriente Médio, e usá-lo para abastecer Europa com eletricidade.
Siemens, uma das participantes, diz que ainda apoia CSP, mas até quando? A empresa Solar Millennium era a fornecedora de sistemas CSP para este mega projeto.
Agora é difícil prever quem será o fornecedor de sistemas CSP. Também, como um aparte, Desertec tem sido notavelmente calada em conseguir novas parcerias, ou mesmo ter discussões envolvendo os países que planejam receber sua eletricidade.
É bem possível que os atuais problemas políticos europeus estejam matando totalmente este projeto, sem falar nas questão chave de uso de água. Afinal de contas, o complexo Desertec solar vai usar uma quantidade espetacular de água em algumas das áreas mais secas do planeta.
Se Desertec desiste de CSP, então é efetivamente um mega desastre para esta tecnologia, pelo menos com a conhecemos atualmente. Se continuar optando por CSP, então ainda vamos ouvir sobre esta tecnologia em tempos vindouros.
Outro país que está sofrendo com esta mudança é a Espanha. Líder mundial em Sistemas CSP, investidores deste país têm recentemente demonstrado extrema preocupação com o possível corte de subsídios do governo para o setor solar.
A Espanha está diante de uma grande crise financeira e os subsídios ao setor de energia solar, vitais para a sobrevivência da indústria CSP espanhola, estão por certo na mira dos legisladores.
Energia Solar – O que Estas Mudanças Alertam e Ensinam
Todas estas mudanças devem alertar o Brasil e outros países que estão entrando agora na Indústria Solar para que não cometam o erro de ir na contramão da história e promoverem projetos CSP quando o mundo todo está na direção contrária abrançando PV.
Os banco financiadores, como o BNDES, deveriam questionar bem qualquer projeto que queira seus recursos para promover CSP em função da realidade e tendencia mundial. Não podem cometer o erro de instalar plantas solares usando tecnologias que não são competitivas no mercado, pelos menos atualmente.
Contudo para todos os e efeitos e fins práticos, essa batalha já está praticamente ganha pela PV comandada pelos chineses. Nossos amigos asiáticos estão com aquele baita de sorriso e rindo a toa, e com toda razão, pois montaram um senhor parque industrial baseado totalmente em PV.
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Células Portáteis a Combustível - Você já pensou se livrar da árdua tarefa diária de recarregar tudo que usa bateria nos seus santos e inseparáveis eletrônicos ou penduras-cais destes dias? Quantos já estão sonhando com o novo iPad 3 (previsto para estar no ar no começo de Março) tendo pesadelos com a duracão e peso da bateria?
 Células Portáteis a Combustível
Uma coisa é certa, a parafernália de baterias e carregadores são a amargura do nosso estilo de vida high-tech. Para cada novo dispositivo lançada há geralmente um novo tamanho de bateria, um novo carregador, e um novo conjunto de preocupações sobre quanto tempo vai durar esta nova bateria.
E depois vem a busca por uma tomada de energia AC para tocar fogo nisto tudo. Durante anos a indústria vem buscando algum tipo de “santo graal” que permitiria os guerreiros da estrada viajarem livremente sem ser escravos de tomadas de energia e baterias de backup.
Inicialmente, sistema solar foi o primeiro candidato, mas células ou painéis portáteis solares têm potência limitada, e, claro, só funcionam quando o sol está brilhando.
Células portáteis a combustível têm sido anunciadas como a solução definitiva há vários anos. Infelizmente, os pioneiros bateram de cara nas barreiras de tamanho pequeno e de baixo custo necessários para tornar seus produtos aceitos no mercado.
Uma razão é que os produtos atuais de células de combustível dependem de armazenamento de hidrogênio, muitas vezes em recipientes recarregáveis. Armazenamento de hidrogênio direto aumenta a complexidade e não é prático para pequenas unidades ou aplicações em locais verdadeiramente remotos.
Existem empresas que oferecem uma maneira inteligente de usar um pó, silicato de sódio, além de água, para gerar hidrogênio na hora em Células Portáteis a Combustível. O hidrogênio é misturado com o ar na célula de combustível em si, combinando para criar eletricidade e água.
O hidrogênio produzido desta maneira pode ser utilizado para alimentar uma célula de combustível tradicional do tamanho de uma pequena maleta como também uma versão pequena de mão ou Células Portáteis a Combustível.
O modelo de mão deve está sendo introduzida ao mercado dos EUA ainda ano, e é projetado para recarregamento portáteis de smartphones ou outros pequenos dispositivos eletrônicos. O modelo pode produzir até quatro watts, permitindo-lhe diretamente recarregar quase qualquer smartphones, mesmo que esteja completamente morto.
Células Portáteis a Combustível - Capacidade de Energia Equivalente a 6 Pilhas AA
Células portáteis a combustível têm a capacidade de energia equivalente a 6 pilhas AA, a um custo semelhante, mas o poder muito maior do que pilhas alcalinas.
As unidades maiores, como as do tamanho de uma maleta de mão, serão capazes de competir pari-passo com as baterias de lítio recarregáveis – como os atualmente utilizadas para computadores e carros elétricos. Eles também são mais leves.
É claro que ainda vai necessitar algumas melhorias antes que as células portáteis a combustível se tornem realmente uma alternativa massal. Contudo é bom ficar ligado, pois, a Apple tem anunciado estar de olho em células de combustível para rodar os modelos futuros Mac.
Contudo os atuais modelos já estão sendo encomendado por empresas governamentais para clínicas de vacinação em áreas remotas. É mais leve e menos dispendioso para estas organizações usarem uma célula de combustível grande e ter um suprimento de silicato de sódio do que rebocar um baita de gerador – e é certamente mais amigo do ambiente.
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AquaBioPonics – Com a fome ou privação alimentar aumentando a cada dia em escala global e o que pode e deve ser feito para mudar esta castástrofe ?
 Aquabioponics - Alface Cultivada em MSABP - Agua Fertilizadas por Tilapia
Temos mostrado em posts passados como a situação mundial de falta de alimentos está crescendo a cada dia em escala exponencial e como os microsistemas AquaBioPonics ou MSABP podem ajudar neste desafio.
O quando mundial indica que atualmente pelos menos 1 bilhão de pessoas vão dormir com fome. Isto é, 1 em cada 7 habitantes da terra está nesta intensidade de privação alimentar crônica em pleno século 21.
Dados das organizações mundiais de saúde e alimentos mostram que a pobreza e miséria têm escalado em todas as regiões do planeta, principalmente em áreas críticas como consequências de secas prolongadas, uso ineficiente de recursos, falta de políticas sérias de combate a pobreza, guerras religiosas, regimes totalitários e o aumento de áreas desérticas.
Quando falamos sobre a escassez de comida, países no continente Africano como a Somália, Sudão, Etiópia e outros similares estão sofrendo pesadas consequências da falta de comida básica para vasta maioria da população.
Intensidade da Privação Alimentar Piora em Muitos Países Africanos
Dados recentes soam o alarme que entre os 17 países do mundo que apresentam um nível de intensidade da privação alimentar elevado, apenas um não é africano.
A República Democrática do Congo é o país que apresenta uma intensidade da privação alimentar mais expressiva, com um consumo diário de energia por pessoa subnutrida inferior ao nível calórico mínimo em 440 quilocalorias.
O Haiti, único país não africano neste conjunto, apresenta também para este indicador um resultado superior a 400 quilocalorias. Angola e Moçambique são, respectivamente, o 7º e 12º países com piores classificações.
As previsões são que se alguma ação imediata não for implementada a nível mundial, teremos nos próximos anos uma acentuada mortalidade, principalmente de crianças, mulheres e idosos como nunca tivemos neste planeta.
A questão que fica no ar é o que podemos fazer a curtíssimo prazo, mas com sustentabilidade, para transformamos este quando apocaliptístico que afetam tantos no mundo todo?
AquaBioPonics: Instrumento no Combate a Fome e Desnutrição
Defendemos o fomento de micro sistemas AquaBioPonics como poderosos instrumentos no combate a fome, desnutrição, além da promoção do desenvolvimento sustentável, criação de empregos e estabelecimento de todos os tipos de empresas, principalmente, as micros-empresas.
A nível mundial, sabemos que a cada minuto, 170 pessoas a mais entram para a miséria absoluta. Consequentemente estas pessoas ficam subnutridas, doentes, sem forças para trabalhar ou irem para a escola, principalmente, as mais vulneráveis, mulheres e crianças.
Foi anunciado em Junho de 2011 o lançamento por parte do governo brasileiro de um ambicioso novo plano, Plano Brasil Sem Miséria, que visa a erradicar a pobreza extrema nos próximos três anos. Segundo dados do programas existem mais de 16 milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema sendo que a grande maioria vive na área rural, principalmente do Nordeste.
Imaginem como o fomento da aquicultura a nível familiar e escolar, como por exemplo com o uso de microssistemas AquaBioPonics, poderia ajudar a mudar este cenário a um bem curto prazo. Um completo MSAPB pode ser montado e colocado em funcionamento em menos de um dia.
Recursos e soluções existem, o que muitas vezes falta é a determinação e seriedade de fazer algo super eficiente, sustentável e a custo acessível às populações.
AquaBioPonics vs US $1 Bilhão Queimados em Menos de 10 segundos
Lembro no ano passado quando foi lançado uma capsula espacial com equipamentos para observação militar. O lançamento não deu certo e tiveram de explodir tudo. Neste momento, U$ 1 bilhão de dólares foi para o espaço em menos de 10 segundos.
Todo este dinheiro totalmente desperdiçado, bem que poderia ter sido usado para capacitar e treinar milhares e milhares de famílias dotando-as de micro sistemas AquaBioPonics para produzir sustentavelmente seu próprio alimento, renda garantida e vida decente. Quando será que acabar com a fome no mundo terá prioridade dos líderes mundiais?
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Bio-Querosene - Lufthansa, que testou biocombustíveis em mais de 1.000 voos, parou abrutamente os testes de biocombustíveis em seus aviões porque esgotou seus estoques de querosene biossintético e não existe produção disponível no mercado.

- Bio-querosene de Aviação – Jato da Lufthansa Alimentada com BioJetFuels (clique para ampliar)
A companhia aérea alemã Lufthansa terminou a sua experiência de seis meses usando querosene biossintético com mais um vôo -teste transatlântico nesta quinta-feira passada.
O Boeing 747-400 deixou Frankfurt para Washington DC transportando cerca de 40 toneladas de uma mistura de combustível biossintético.
A empresa disse que o combustível alternativo reduziu no voo a pegada de carbono em 38 toneladas – a mesma quantidade emitida por seis ligações entre Frankfurt e Berlim.
Este voo de longa distância foi o teste final de um programa em que aLufthansa operou 1.187 voos domésticos entre Frankfurt e Hamburgo usando uma mistura de 50/50 de combustível regular e bio-querosene feito a partir de Pinhão-manso produzido na Indonésia em um dos dois motores dos aviões.
A companhia aérea afirmou que os resultados dos testes foram todos positivos, mas que devido a falta de produção sustentável no mercado, ela está encerrado os testes com Pinhão manso até que a produção global aumente para um nível que poderia apoiar operações de rotina.
“Neste momento, simplesmente não há suficiente refinarias capazes de produzir este tipo de combustível”, disse um representante da empresa. “Produzir bio-querosene requer instalações que são bastantes diferentes das refinarias que produzem biodiesel.”
O bio-querosene (biossintético) usado pela Lufthansa foi feito do óleo extraído de sementes de Jatropha curcas (Pinhão manso). A Lufthansa disse que o bio-querosene emitiu cerca de 50 por cento menos CO2 do que o combustível regular.
Contudo, estas reduções de CO2 ainda levantam cautelas em alguns setores ambientalistas porque algumas fontes de biomassa, tais como óleo de palmeiras, usam terras que poderiam ter sido usadas para cultivar alimentos.
Bio-querosene Aquícola – A Solução Pode Estar Vindo das Algas
Como vai ser mostrado no novo livro do Prof. Aecio D’Silva e o Dr, John Kyndt sobre algas, a produção de biocombustíveis aquícolas, entre eles o bio-querosene aquícola a partir do verde das águas pode ser uma solução para o debate alimentos versus combustíveis.
Como matéria-prima, o óleo bruto extraído das algas (com rápido crescimento) pode ser convertido em bio-querosene ( biojetfuel) gasolina, biodiesel, óleo para aquecimento e produtos químicos refinados (tais como bioplásticos e solventes).
Os rendimentos dos combustíveis refinados obtidos por craqueamento catalítico de hidrocarbonetos de algas são comparáveis aos rendimentos obtidos a partir do petróleo.
Por sua vez, após a extração de óleo, a biomassa de algas pode ser convertida em etanol, metanol, biobutanol, hidrogênio, álcool combustível com também em fármacos, nutriceúticos e cosméticos. E dai por diante.
Além disto tudo, é bom acrescentar que além de biocombustíveis aquícolas, algas funcionam também como uma poderosa ferramenta de biorremediação ambiental.
Contudo, uma empresa do Porte da Lufthansa ser obrigada a parar seus voos usando bio-querosene por falta de fornecedores, ou seja, falta de produção, mostra o potencial que temos hoje para suprir este mundial multi bilionário mercado de biojetfuels. Que senhora oportunidade para o Brasil e outros países tropicais!!!
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Alga Biotecnologia - No primeiro trimestre de 2012 o Prof. Aecio D’Silva e o Dr. John Kyndt estarão lançando um novo livro sobre Alga Biotecnologia no Estados Unidos, Europa e Asia. A versão inicial será em Inglês, mais ainda este ano o novo livro deve ser traduzido para Português, Espanhol e Frances.
Algas como Fonte de Green-Bio-Combustíveis Aquícolas (clique para ampliar)
O livro em fase final de conclusão, é uma introdução ao uso de algas para produção sustentável de biocombustíveis aquícolas, alimentos, produtos químicos e farmacêuticos.
Os cientistas autores deste livro são autoridades e referencias
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